Em crises (e não só), as pessoas estão em primeiro lugar.

Crio uma cultura de comunicação de crises. Cuido de pessoas e organizações para uma cultura de comunicação de crises através de uma visão estratégica e integrada que fortalece a reputação das marcas.

Sobre mim

Sou a Elsa Lemos. Gosto de extremos. De deixar fluir a minha criatividade e de ter tudo organizado. Do caos e da ordem. Da guerra e da paz. No meu trabalho juntei o melhor dos dois mundos: a comunicação e as crises.

A comunicação mais temida é a minha paixão. É o meu desafio diário. Amo preparar os outros para o pior que pode acontecer. Preparar a sua comunicação a todos os níveis porque tudo é comunicação: o que é dito e o que não o é.

Como tudo começou?

Era uma miúda tímida. Enquanto as meninas tinham cabelo comprido, o meu era encaracolado e muito curto. Era tão diferente que diziam que tinha sido trocada na maternidade.

Preferia sugos de hortelã pimenta a pastilhas mas evitava ir ao balcão pedi-los. Essa era sempre a minha última opção. Mas tal como outra menina era uma sonhadora. A rádio era o meu fascínio. O mundo da comunicação era o meu magnetismo, de tal forma que com uma caixa de sapatos de cartão, um marcador e um disco de plástico das Seleções Readers Digest e uma moeda de um escudo, fazia toda uma animação qual rádio pirata.

Qual era o meu sonho?

Com a juventude decidi contar aos meus pais que queria seguir comunicação na universidade. Palavras que mereceram uma gargalhada. Afinal, o meu sonho parecia não corresponder à minha capacidade. Mas a persistência e determinação eliminou por terra tal perceção.

O sonho de superar e de conquistar a comunicação tornou-se real e foi conseguida. Adquiri experiência em rádio, televisão e imprensa escrita. Mas anos mais tarde, esse sonho parecia pequeno, insípido, sem a dimensão de outrora.

O que me fez mudar?

Houve uma viagem que realizei que foi um marco na minha transição. Numas férias decidi que ia para a Bósnia. Já não estava em guerra, mas ainda era um país com uma situação de segurança instável. Nessa viagem tive a oportunidade de ver uma realidade dura, de muita destruição, de muita morte e de reflexão. Senti que vim diferente da Bósnia. E comecei a pensar no que queria de mim e no que podia dar ao outro. Não foi um processo rápido. Nessa autodescoberta, fiz uma análise do que gostava, do que precisava de trabalhar e do que poderia ser uma aposta. E comecei a delinear uma estratégia.

Investi em mim. Recebi formação, treino, com os melhores, quer do mundo militar quer do civil. Adquiri o mestrado em Guerra de Informação, fiz o curso em Gestão Civil de Crises e certifiquei-me em análise comportamental DISC, entre outras formações específicas.

Senti que estava pronta para contribuir e proporcionar a melhor da prevenção e ação em situações de crise. Senti que era o que o mundo precisava. E foi assim que encontrei o meu propósito, o que gosto de fazer, o que sinto que faz bem aos outros.

E olhar para trás… com saudades dos sugos de hortelã pimenta.

E agora?

Cuido de pessoas e organizações para a comunicação de crise. E este verbo “cuidar” diz muito de mim. Eu gosto verdadeiramente de conhecer pessoas e entendê-las, interesso-me genuinamente em alinhar o seu processo comunicacional numa altura em que os holofotes estão todos focados ali. E fico muito orgulhosa pelo seu trabalho no terreno! Gosto mesmo de ver brilhar os meus clientes. Não pretendo protagonismo. Só quero que a sua mensagem e imagem projetada seja a melhor e que isso tenha um verdadeiro impacto positivo nas pessoas, na sua organização e na opinião pública.

A pior da comunicação é agora o meu desafio diário. Preparo outros para o pior, seja um atentado terrorista, um ciberataque, uma tempestade ou uma crise reputacional. Preparo pessoas, equipas e organizações ao nível comunicacional, quer sejam crises previsíveis ou completamente inesperadas.

Gosto de inovar e por isso integro diferentes saberes: as ciências da comunicação, as disciplinas militares, as neurociências e o design thinking.

Mas mais do que uma pessoa bem treinada, importa que toda uma equipa e organização possua uma cultura de comunicação de crise. É isso que defendo para que tudo funcione mesmo quando eu não estou lá. Quem quer fazer parte desta cultura de resiliência às crises?

O que dizem do meu trabalho?

“Todas as formações que fiz com a Elsa valeram 100% o investimento! Todos os líderes, porta-vozes, políticos, assessores de comunicação, formadores ou profissionais de qualquer outra área que tenham que comunicar com eficácia, sobretudo em situações de risco ou de crise, deveriam receber formação com a Elsa.

Mário Silva, Presidente APCOI

“Elsa Lemos é uma profissional de primeira água, marcada pela combinação de uma visão integradora dos ecossistemas comunicacionais e organizacionais com uma sensibilidade e elevada empatia. Formadora presente, eloquente e, sobretudo, focada na verdadeira compreensão e aplicação daquilo que transmite. Especialista e humanista. Alguém a quem pedir conselho, visão clara, inspiração”.

Ricardo Leal Lemos, Consultor de Comunicação

“A Elsa é uma profissional de excelência, com uma grande capacidade para transmitir conhecimentos e uma mais-valia para qualquer organização, pública ou privada, que pretenda ver melhoradas as suas skills em comunicação de crise”.

Hélder Barros , ex-Relações Públicas GNR

“A Elsa Lemos é uma especialista única em Portugal, na área da Comunicação de Crises. Desenvolve o seu trabalho com uma paixão e uma entrega admiráveis e é uma inspiração acompanhá-la. Seja através da consultoria ou da formação, sei que a sua prioridade é, e será sempre, entregar valor às pessoas e às organizações”.

Carla Costa, Especialista em Marca Pessoal

Crio uma cultura de comunicação de crises.

ELSA LEMOS

Sou a Elsa Lemos. Gosto de extremos. De deixar fluir a minha criatividade e de ter tudo organizado. Do caos e da ordem. Da guerra e da paz. No meu trabalho juntei o melhor dos dois mundos: a comunicação e as crises.
A comunicação mais temida é a minha paixão. É o meu desafio diário. Amo preparar os outros para o pior que pode acontecer. Preparar a sua comunicação a todos os níveis porque tudo é comunicação: o que é dito e o que não o é.